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	<title>Arquivo de higienistas orais - Saúde Oral</title>
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		<title>Relançar o programa de Saúde Oral sugere 8,5 milhões para duplicar gabinetes e fixar 180 dentistas até 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 11:32:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Editor]]></category>
		<category><![CDATA[higienistas orais]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos Dentistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este financiamento, garantido através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), contempla diversas vertentes, entre elas a vinculação de, pelo menos, 150 higienistas orais, investimentos em infraestruturas/gabinetes de saúde oral no Serviço Nacional de Saúde (construção de novos e melhoramento dos atuais) e a revisão e melhoria dos sistemas de informação que dão suporte às [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Este financiamento, garantido através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), contempla diversas vertentes, entre elas a vinculação de, pelo menos, 150 higienistas orais, investimentos em infraestruturas/gabinetes de saúde oral no Serviço Nacional de Saúde (construção de novos e melhoramento dos atuais) e a revisão e melhoria dos sistemas de informação que dão suporte às atividades de saúde oral.</p>
<p>Entre as 26 recomendações dos peritos para aumentar o acesso aos cuidados de saúde oral estão igualmente novas parceiras com municípios para “complementar a capacidade infraestrutural na área da saúde oral em áreas carenciadas”, assim como a criação de incentivos para a fixação de médicos dentistas.</p>
<p>“O objetivo é melhorar os indicadores de saúde oral que têm caracterizado a população portuguesa e que não têm comparado de forma muito positiva face a outras realidades, de outros países. A nossa visão é essa, usando todos os instrumentos necessários para mudar esta realidade”, explicou Francisco Goiana da Silva, da Direção Executiva do SNS (DE-SNS), que coordenou o grupo de trabalho.</p>
<p>A criação de Serviços de Saúde Oral (SSO), no contexto das Unidades Locais de Saúde (ULS), com uma direção única e constituídos por diferentes profissionais que atuam na saúde oral das populações, é outra das sugestões para melhorar o acesso aos cuidados de saúde oral.</p>
<p>“Esta transformação tem de tirar proveito da reorganização e da grande reforma que está em curso no próprio SMS, pela Direção Executiva, que é a conversão e a reorganização do Serviço Nacional de saúde no modelo de ULS”, disse Francisco Goiana da Silva, sublinhando que este modelo pretende “integrar cuidados de medicina dentária e estomatologia a nível hospitalar e cuidados de higiene oral e medicina dentária ao nível dos cuidados de saúde primários”.</p>
<p>Considerando tratar-se de uma proposta “absolutamente disruptiva”, o especialista explica: “Pela primeira vez, nós vamos ter um serviço que inclui médicos estomatologistas, médicos dentistas, higienistas orais, assistentes dentários e enfermeiros comprometidos com um objetivo para a Saúde Oral da população de toda uma região que será servida por uma ou ULS”.</p>
<p>O perito destaca igualmente, das 26 recomendações, a criação de um sistema de informação comum à operação e atividade de todos estes profissionais.</p>
<p>“De uma vez por todas, temos que ter dados para uma mesma população que são dados partilhados e que são dados acessíveis por todos os profissionais que trabalham com essa população, de acordo com a sua necessidade e com o nível de complexidade dos cuidados que prestam”, referiu.</p>
<p>&#8220;Temos de ter dados estandardizados, harmonizados e que comuniquem. Assim vamos conseguir fazer um muito melhor uso dos recursos”, acrescentou.</p>
<p>O relatório destes peritos, que será hoje apresentado, prevê também a realização de um Estudo Nacional da Saúde Oral, em articulação com o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.</p>
<p>Os peritos sugerem igualmente que sejam separadas as funções ligadas à área técnica e de elaboração de normas &#8211; atualmente assegurada pela DGS/Coordenação Nacional do Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral (PNPSO) – da responsabilidade da gestão do acesso e operações, criando uma Coordenação Nacional das Operações na área da Saúde Oral na estrutura orgânica da DE-SNS.</p>
<p>Na área dos recursos humanos, as recomendações vão para a criação da carreira especial de medicina dentária, a fixação de 180 dentistas e vinculação de, pelo menos, 150 higienistas orais, até 2026.</p>
<p>Defendem a fixação de “assistentes dentários essenciais ao acompanhamento da atividade de todos os consultórios de Medicina Dentária do SNS”.</p>
<p>Pretendem igualmente rentabilizar recursos, assegurando a utilização dos equipamentos existentes no SNS, pelo menos, 12 horas por dia, mediante partilha entre médicos dentistas e higienistas orais.</p>
<p>Quanto ao acesso, além de sugerirem o alargamento da emissão de cheques-dentista a outros médicos além dos de medicina geral e familiar, preveem a possibilidade de referenciação direta para consulta de medicina dentária por enfermeiros, higienistas orais, médicos de saúde pública ou médicos hospitalares que acompanhem utentes elegíveis, além dos médicos de família.</p>
<p>Na monitorização, defendem que devem ser assegurados mecanismos de medição/análise da produtividade dos profissionais e seus serviços, designadamente tempo de espera para consulta, número de utentes em lista de espera, utilização de recursos, número diário/semanal de consultas e procedimentos realizados, tempo de consulta, custo médio de consulta e custo médio de tratamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Fonte: SNS</h6>
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