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	<title>Arquivo de Higiene Oral - Saúde Oral</title>
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	<title>Arquivo de Higiene Oral - Saúde Oral</title>
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		<title>Higienistas orais debatem prática clínica, fiscalidade e sustentabilidade</title>
		<link>https://saudeoral.pt/higienistas-orais-debatem-pratica-clinica-fiscalidade-e-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 12:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene Oral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desta forma, defendeu ser fundamental conhecer as características clínicas e radiográficas peri-implantares. Os higienistas, como aqueles profissionais que muitas vezes têm uma primeira abordagem ao doente, devem ter em atenção a “higiene oral deficiente e fatores que favoreçam a acumulação de PB (cimento residual, desenho da prótese, características do implante) e também doenças sistémicas, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desta forma, defendeu ser fundamental conhecer as características clínicas e radiográficas peri-implantares. Os higienistas, como aqueles profissionais que muitas vezes têm uma primeira abordagem ao doente, devem ter em atenção a “higiene oral deficiente e fatores que favoreçam a acumulação de PB (cimento residual, desenho da prótese, características do implante) e também doenças sistémicas, como diabetes mellitus e ainda o tabaco que altera o microbioma da região peri-implantar”.</p>
<p>O diagnóstico pode ser feito através de um exame visual ou com recurso a sondagem. No primeiro caso, quando se visualiza a ausência de inflamação pode dizer-se que existe saúde peri-implantar.</p>
<p>Helena Franco abordou na sua intervenção a terapia peri-implantar não cirúrgica. A especialista relembrou que “todas as situações de tratamento de doença peri-implantar devem incluir procedimentos de limpeza mecânica profissional e informações e instruções sobre medidas de higiene oral adequadas ao paciente”.</p>
<p>Em conclusão, Helena Franco disse que no caso da mucosite e da peri-implantite, a maior parte dos estudos in vivo utiliza combinações empíricas dos vários agentes químicos, não mostrando nenhum método mais eficaz que o outro.</p>
<p>Existe consenso que a remoção mecânica do biofilme no tratamento da peri-implantite deve ser suplementada pela descontaminação química, laser ou jato de partículas.</p>
<p>A fiscalidade foi outro dos temas abordados. Uma grande parte dos profissionais deste setor é trabalhador independente e as questões ficais fazem parte do seu quotidiano e podem ocupar algum tempo, bem como suscitar dúvidas. Qual o regime fiscal em que deve ser integrado, quais as obrigações, isenção de IVA ou de Segurança Social, quais as condições foram alguns dos temas abordados.</p>
<p>A sustentabilidade esteve também presente no Congresso da APHO porque é cada vez mais um tema presente uma vez que a saúde tem um peso grande na emissão de gases com efeito de estufa e criação de resíduos. A prevenção é uma das melhores estratégias também para diminuir o impacto no ambiente porque uma saúde oral acompanhada vai diminuir a necessidade de tratamentos e a consequente utilização de mais equipamentos e criação de resíduos.</p>
<p>O segundo dia de congresso abordou também alguns temas relacionados com a prática clínica e à semelhança do primeiro dia houve também uma palestra sobres questões um pouco mais transversais como seja o papel do higienista oral na deteção dos sinais de violência doméstica.</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Implantes dentários: estudo mostra importância estética e funcional</title>
		<link>https://saudeoral.pt/implantes-dentarios-estudo-mostra-importancia-estetica-e-funcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Ajuda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 09:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene Oral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado no International Jounal of Dental Hygiene avaliou as sensações, expectativas e as experiências dos doentes com peri-implantite em relação aos implantes dentários, à doença e aos resultados dos tratamentos com laser ou cirurgia. O trabalhou entrevistou 18 doentes em Estocolmo, na Suécia, encaminhados para tratamento de peri-implantite e sujeitos a tratamento com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado no <em>International Jounal of Dental Hygiene</em> avaliou as sensações, expectativas e as experiências dos doentes com peri-implantite em relação aos implantes dentários, à doença e aos resultados dos tratamentos com laser ou cirurgia.</p>
<p>O trabalhou entrevistou 18 doentes em Estocolmo, na Suécia, encaminhados para tratamento de peri-implantite e sujeitos a tratamento com laser ou cirúrgico dos tecidos moles dos implantes afetados. Dos participantes, 14 eram mulheres e quatro eram homens com idades compreendidas entre os 33 e os 84 anos e os testemunhos recolhidos relataram como a perda de dentes tinha uma conotação negativa na vida diária, tendo sido relatadas situações como “evitar abrir a boca”, referidas sensações de “tristeza” e alguns participantes afirmaram mesmo sentir que perder um dente era “perder parte de si” e dificultava o convívio social, além de que a falta de dentes foi também associada a um “baixo <em>status</em> social”.</p>
<p>Já ter os próprios dentes era associado a sensações positivas, como ter maior autoestima, apresentar uma sensação de saúde, de bem-estar, ter uma sensação de maior frescura e de odor agradável na cavidade oral.</p>
<p>Aos impactos na aparência física e a influência na vida social, manter os dentes foi também reconhecido como fundamental para a manutenção da mastigação funcional e o custo das próteses foi apontado como um dos fatores para manter os próprios dentes.</p>
<p>Os participantes no estudo reconheceram também que as próteses removíveis “não pareciam naturais e afetavam o sabor na boca”, mas era a solução temporária antes de optarem pelos implantes dentários com próteses fixas. As próteses removíveis também eram percecionadas como “um sinal de <em>status</em> social inferior”, lê-se no estudo.</p>
<p>Apesar de olharem para os implantes fixos como uma “longa jornada e cara”, uma vez colocados, estes eram percecionados pelos participantes como algo que fazia já parte deles.</p>
<p><strong>Peri-implantite foi recebida com “surpresa ou choque”</strong></p>
<p>O estudo qualitativo apurou também que o diagnóstico de peri-implantite “impactou a qualidade de vida dos participantes de diversas formas”, independentemente de apresentarem ou não sintomas.</p>
<p>Os doentes inquiridos admitiram que o diagnóstico de peri-implantite “foi uma surpresa ou choque”, sobretudo porque não apresentavam nenhum sintoma, nem dor, nem sangramento e, geralmente, sem qualquer sintoma que apontasse para alguma intercorrência “antes das radiografias que mostram a doença”.</p>
<p>Já os doentes que experienciaram sintomas descreveram “pulsação e palpitações localizadas, dor, dor à palpação, leve inchaço, sangramento durante a escovação dos dentes e sensação de inflamação”.</p>
<p>Apesar de relatarem alguns sentimentos negativos – como preocupação, medo, frustração – com o diagnóstico, alguns doentes mostraram sentir confiança no dentista que os seguia.</p>
<p>De frisar que, no geral, os participantes revelaram “um desconhecimento prévio da doença”. Segundo se lê no estudo, “muitos expressaram que não sabiam nada sobre a doença ou o risco de desenvolverem doenças em torno dos implantes. O tratamento com implantes era visto como o fim dos problemas bucais”.</p>
<p>Perante a necessidade de tratamento, a expectativa geral era de ficar livre da infeção, manter os implantes e evitar a retração da mucosa. Os participantes que receberam tratamento a laser ficaram curiosos com essa opção e consideraram que era um tratamento novo e aliciante, sobretudo para evitar recorrer às suturas.</p>
<p>Já diante do cenário que envolvia a intervenção cirúrgica, os sentimentos relatados mostravam algum nervosismo e medo da dor. “No entanto, as expectativas não foram concretizadas, pois o tratamento foi mais brando do que o esperado”, relataram os investigadores, com doentes a declararem que se sentiram seguros, confiantes no tratamento e no dentista.</p>
<p>O que foi mencionado por ambos os grupos – tanto o que recebeu tratamento a laser, como o que fez tratamento cirúrgico – é que a anestesia localizada foi identificada “como a pior parte dos procedimentos”.</p>
<p>Sobre o procedimento em si, os doentes que foram tratados com laser relataram algum desconforto nas horas seguintes e até dois dias depois do tratamento, enquanto nos doentes que realizaram a intervenção cirúrgica as principais fontes de desconforto identificadas foram as suturas e o incómodo da primeira semana de cicatrização.</p>
<p>Segundo concluíram os investigadores, as respostas dos inquiridos “enfatizam a importância de informar minuciosamente os pacientes com implantes dentários potenciais e estabelecidos sobre o risco de desenvolver doenças e seu impacto”, muito embora “o tratamento da peri-implantite tenha criado, em geral, apenas um leve desconforto”.</p>
<p>A versão original do estudo pode ser acedida <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/idh.12683" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<h6>Texto: Rita Vassal</h6>
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		<title>A aposta diária na prevenção</title>
		<link>https://saudeoral.pt/a-aposta-diaria-na-prevencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 11:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene Oral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Clínica Luso Internacional é composta por dois espaços, um no Porto e outro em Vizela, mas o sentimento de partilha entre profissionais e pacientes contribui para promover melhores tratamentos e uma melhor Saúde Oral. Informar, prevenir, combater mitos e oferecer serviços diferenciadores e confortáveis são premissas que a equipa abraça diariamente. É um ambiente [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://saudeoral.pt/a-aposta-diaria-na-prevencao/">A aposta diária na prevenção</a> aparece primeiro em <a href="https://saudeoral.pt">Saúde Oral</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Clínica Luso Internacional é composta por dois espaços, um no Porto e outro em Vizela, mas o sentimento de partilha entre profissionais e pacientes contribui para promover melhores tratamentos e uma melhor Saúde Oral. Informar, prevenir, combater mitos e oferecer serviços diferenciadores e confortáveis são premissas que a equipa abraça diariamente.</p>
<p>É um ambiente familiar, aquele que se vive e se transmite na Clínica Luso Internacional (CLI), em Vizela – que tem o médico dentista Pedro Barreiros como diretor clínico – inaugurada em julho de 2019. No ano anterior, o projeto iniciava com a clínica do Porto com a direção clínica de Bruno Almeida Gomes. Ambos os espaços são muito similares e a equipa é partilhada, ou seja, os médicos dentistas e as assistentes dentárias trabalham nas duas clínicas com uma rotação de horários entre ambas. “É uma equipa [composta por um total de 22 profissionais] muito coesa”, começa por afirmar Benilde Freitas, assistente dentária e gestora da CLI.</p>
<p>Os pacientes também têm a possibilidade de ser atendidos em qualquer uma das clínicas. “Por exemplo, aos pacientes que vivem em Vizela e trabalham no Porto, pode dar-lhes jeito ser atendidos numa ou noutra clínica. Tudo depende da disponibilidade de cada um”, sublinha. As instalações de ambas são muito semelhantes embora a clínica do Porto seja um pouco maior com três consultórios enquanto a de Vizela tem dois. O espaço do Porto conta também com uma academia onde é dada formação a colegas nacionais ou espanhóis. Atualmente, existe uma grande procura pela aquisição de conhecimentos na área de harmonização orofacial.</p>
<p>A primeira clínica abriu portas apenas seis meses antes da pandemia ter iniciado. Foi um período que serviu de aprendizagem. “Os dois meses em que estivemos fechados foram o desafio mais difícil que tivemos até hoje”, explica Benilde Freitas. Tal como aconteceu em outras clínicas, no primeiro confinamento, o funcionamento era apenas ao nível de urgências. O contacto telefónico e pelas redes sociais permaneceu inalterável e havia sempre alguém responsável por responder às dúvidas dos pacientes. “Se necessário, tentávamos encaminhar a situação para o médico da especialidade quando não era possível ajudá-lo à distância.”</p>
<p>Com um atendimento desde bebés a séniores, passando pela saúde da grávida, a clínica tem várias especialidades ao dispor dos clientes, nomeadamente, Odontopediatria, Ortodontia [assumida pelo diretor clínico da CLI do Porto, Bruno Almeida Gomes], Cirurgia Oral, prótese fixa, harmonização facial, endodontia, oclusão e Medicina Dentária generalista. Ana Sofia Baptista é médica odontopediatra e docente na Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU) e explica à Saúde Oral a importância de vigiar a futura mãe desde a gestação. “Os dentes de leite da criança começam a formar-se desde a oitava semana da vida intrauterina.”</p>
<p>Depois do nascimento, “os bebés podem ir a uma consulta de Odontopediatria mesmo sem terem dentes para ser feita uma avaliação, por exemplo ao nível do freio da língua.” Em algumas situações, pode até fazer sentido irem um pouco mais cedo, mas, noutras, está estabelecido que devem ir a uma consulta assim que nasce o primeiro dente ou até ao primeiro ano de vida. A Odontopediatra trabalha em várias clínicas, em particular, na de Vizela, a aposta é feita desde o momento em que uma mulher está grávida, o que lhe permite dar continuidade ao cuidado do paciente ao longo dos anos.</p>
<p>Leia AQUI o artigo publicado na edição número 149 da <span class="il">Saúde</span> <span class="il">Oral</span>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://saudeoral.pt/a-aposta-diaria-na-prevencao/">A aposta diária na prevenção</a> aparece primeiro em <a href="https://saudeoral.pt">Saúde Oral</a>.</p>
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		<title>Métodos informáticos avançados permitem avaliação precoce de risco da doença periodontal</title>
		<link>https://saudeoral.pt/metodos-informaticos-avancados-permite-avaliacao-precoce-de-risco-da-doenca-periodontal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 17:36:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene Oral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo Enhancing an AI-Empowered Periodontal CDSS and Comparing with Traditional Perio-risk Assessment Tools publicado em abril na revista científica PubMed e dedicado à doença periodontal como uma das doenças mais prevalentes em Medicina Dentária veio concluir que a utilização de métodos avançados ao nível de tecnologia e informática de ponta pode vir a representar [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://saudeoral.pt/metodos-informaticos-avancados-permite-avaliacao-precoce-de-risco-da-doenca-periodontal/">Métodos informáticos avançados permitem avaliação precoce de risco da doença periodontal</a> aparece primeiro em <a href="https://saudeoral.pt">Saúde Oral</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo <em>Enhancing an AI-Empowered Periodontal CDSS and Comparing with Traditional Perio-risk Assessment Tools </em>publicado em abril na revista científica <em>PubMed </em>e dedicado à doença periodontal como uma das doenças mais prevalentes em Medicina Dentária veio concluir que a utilização de métodos avançados ao nível de tecnologia e informática de ponta pode vir a representar a identificação do <em>score</em> de risco de desenvolvimento da doença de forma mais precisa.</p>
<p>Da autoria de uma equipa de investigadores do <em>College of Public Health, da Temple University</em>, de Filadélfia, da <em>School of Informatics and Computing</em>, <em>Indiana University Purdue University Indianapolis</em> e da <em>Temple University Kornberg School of Dentistry</em>, nos EUA, o presente estudo incidiu sobre os registos clínicos eletrónicos de saúde em periodontologia como forma de ajudar a desenvolver um modelo de previsão personalizado através de uma máquina de sistema de suporte à decisão clínica.</p>
<p>Na fase II foi criado o sistema Perio-Risk Scoring (PRSS) para ajudar os médicos a identificar os <em>scores</em> na área de periodontologia, a gerir melhor os diagnósticos e a identificar os fatores influentes. Na fase III deste estudo, os autores confrontaram as informações dos fatores de risco recorrendo a informações de 20 pacientes com cinco ferramentas de avaliação de risco periodontal. Ao compararem os parâmetros de risco fornecidos por cada ferramenta com os resultados originais – com desfechos da doença há cinco anos – os autores perceberam que existe uma discordância entre os vários scores fornecidos pelos cinco instrumentos de avaliação.  O PRSS forneceu a previsão mais precisa (70%), seguido do Previser (55%), do PRA (35%), Philips (35%) e do Cigna (25%).</p>
<p>Em conclusão, os métodos informáticos avançados de última geração permitem promover estratégias preventivas nas consultas de medicina dentária, na esperança de reduzir a prevalência da doença periodontal, melhorar a qualidade de vida e reduzir os custos de saúde.</p>
<p>No futuro, a equipa pretende recorrer a um conjunto de dados de outras instituições para testar o seu modelo de previsão, de forma a generalizá-lo. E, em seguida, adicionar mais informações do paciente para determinar as diferenças nos resultados através das cinco ferramentas de avaliação de risco. Um dos grandes objetivos passa por tentar determinar a utilidade do PRSS como ferramenta na prática clínica diária.</p>
<p>A versão original do paper pode ser acedida <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10148282/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://saudeoral.pt/metodos-informaticos-avancados-permite-avaliacao-precoce-de-risco-da-doenca-periodontal/">Métodos informáticos avançados permitem avaliação precoce de risco da doença periodontal</a> aparece primeiro em <a href="https://saudeoral.pt">Saúde Oral</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FDI lança plataforma para melhorar outcomes na Saúde Oral</title>
		<link>https://saudeoral.pt/fdi-lanca-plataforma-para-melhorar-outcomes-na-saude-oral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 16:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Higiene Oral]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Teconologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À medida que os indivíduos envelhecem, a perda de dentes torna-se uma preocupação prevalente que pode afetar significativamente a qualidade de vida. Neste sentido, é importante reconhecer que a perda parcial de dentes pode ter um impacto significativo na vida de um indivíduo o que comem e a sua auto-perceção. Para capacitar os doentes e ajudá-los [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://saudeoral.pt/fdi-lanca-plataforma-para-melhorar-outcomes-na-saude-oral/">FDI lança plataforma para melhorar outcomes na Saúde Oral</a> aparece primeiro em <a href="https://saudeoral.pt">Saúde Oral</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>À medida que os indivíduos envelhecem, a perda de dentes torna-se uma preocupação prevalente que pode afetar significativamente a qualidade de vida. Neste sentido, é importante reconhecer que a perda parcial de dentes pode ter um impacto significativo na vida de um indivíduo o que comem e a sua auto-perceção. Para capacitar os doentes e ajudá-los a prepararem-se para as suas consultas dentárias, a FDI lança uma plataforma interativa.</p>
<p>A plataforma permite que os doentes comuniquem eficazmente com os seus dentistas, facilitando o estabelecimento de planos de tratamento e cuidados personalizados específicos para as necessidades do doentes.</p>
<p>Os doentes preenchem um Questionário de Necessidades e Preferências abrangente, que pode ser descarregado ou enviado diretamente para o dentista por correio electrónico. Ao preencher o questionário, os doentes podem fornecer ao dentista uma melhor compreensão do seu estado de Saúde Oral e das suas necessidades, permitindo recomendações de tratamento mais personalizadas.</p>
<p>Além do questionário, a plataforma também fornece uma visão geral das diferentes opções de tratamento disponíveis para os doentes parcialmente desdentados, permitindo-lhes tomar decisões informadas sobre o seu tratamento em parceria com o especialista.</p>
<p>Ao equipar os indivíduos com as ferramentas e informações necessárias, a FDI espera melhorar os <em>outcomes</em> e garantir que todos tenham acesso a uma melhor Saúde Oral desfrutar e qualidade de vida possível.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://saudeoral.pt/fdi-lanca-plataforma-para-melhorar-outcomes-na-saude-oral/">FDI lança plataforma para melhorar outcomes na Saúde Oral</a> aparece primeiro em <a href="https://saudeoral.pt">Saúde Oral</a>.</p>
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